terça-feira, 14 de agosto de 2012

O silêncio da noite trás-te até mim... Não a ti como eu queria, mas como posso. São as tuas memórias que a noite me trás. Há dias e dias. Dias em que a tua ausência não me magoa, dias em que a tua ausência me mata, dias em que a tua ausência me come a cabeça. Contínuo aqui, sabes? Da mesma maneira como sempre estive. A amar-te, a querer-te, a desejar ter-te de volta na minha vida. Mas nada, nem sinal de vida dás. Como estás? Por onde andas? Preciso de ti, sinto a tua falta. Yup, sinto a tua falta como o caralho. Sinto falta de tudo o que tivemos, de tudo o que partilhamos. A minha felicidade só é verdadeira quando é partilhada, e tu não imaginas, não fazes mesmo ideia, de como eu adorava partilha-la contigo. A nossa relação foi tudo o que quis durante anos, e agora tudo o que tenho são lembranças de um passado que já não me pertence. Coube-te a ti escolher o futuro da nossa relação, tu escolheste. Amo-te. Amo-te como nunca pensei amar ninguém. Amo-te como tu não fazes ideia que eu amo.

2 comentários:

  1. As coisas vão , as memórias ficam !

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  2. ou menos sempre se fica com algo e não com pó!

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deita cá para fora! ♥